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Guia estratégico do Video Commerce: as tendências que vão permear em 2026

O ano de 2025 representou um marco definitivo para o Video Commerce no Brasil. O que até pouco tempo era tratado como tendência passou a ocupar um papel estratégico dentro das operações de grandes empresas brasileiras. O vídeo deixou de ser apenas um formato de comunicação para se consolidar como um canal relevante de descoberta, engajamento e conversão no e-commerce.

Impulsionado pela maturidade das plataformas sociais, pela chegada do TikTok Shop e por mudanças claras no comportamento do consumidor, o vídeo tornou-se parte do cotidiano dos brasileiros.

Nesse cenário, marcas que entenderam o potencial do vídeo conseguiram reduzir fricções na jornada de compra, aumentar taxa de conversão e construir narrativas mais próximas do consumidor. 2025 mostrou, de forma concreta, que o futuro do e-commerce é cada vez mais orientado por conteúdo, contexto e experiência, e o Video Commerce está no centro dessa transformação.

O avanço da TikTok Shop e o impacto no e-commerce

Em 2025, a TikTok Shop acelerou um movimento que já vinha ganhando força no mercado: a integração definitiva entre conteúdo em vídeo e compra. Ao incorporar vídeos curtos diretamente na experiência de consumo, a plataforma ajudou a consolidar um comportamento que hoje se estende para marketplaces e outros canais digitais.

Principais aprendizados que moldam 2026

  • Compras sem sair da experiência de conteúdo: O consumidor passou a esperar jornadas em que o vídeo não apenas apresenta o produto, mas conduz naturalmente até a compra;
  • Vídeo como padrão, não como exceção: Em 2026, e-commerces que não oferecem experiências orientadas por vídeo tendem a gerar fricção em uma jornada já moldada por plataformas sociais e marketplaces;
  • Expectativa de continuidade entre canais: O consumidor espera encontrar no e-commerce a mesma riqueza de conteúdo que já consome nas redes sociais, com vídeos que expliquem, inspirem e acelerem a decisão de compra.

Micro influenciadores: conexão, confiança e impacto real na conversão

Em 2025, os micro influenciadores se consolidaram como uma alavanca eficiente dentro das estratégias de Video Commerce. Com audiências menores, porém altamente conectadas, esses criadores passaram a ocupar um espaço estratégico entre marcas e consumidores, especialmente em categorias onde confiança e demonstração são decisivas para a compra.

O papel dos micro influenciadores em 2026

  • Conteúdo alinhado ao contexto do público: Criadores conhecem profundamente os hábitos, dúvidas e expectativas de seus seguidores, entregando recomendações mais próximas da realidade do consumidor;
  • UGC como parte da experiência de compra: Conteúdos criados por influenciadores deixam de viver apenas nas redes sociais e passam a compor páginas de produto, home e fluxos de descoberta no e-commerce;
  • Conexão direta com a audiência: A comunicação acontece de forma mais natural e conversacional, o que aumenta a credibilidade da recomendação e reduz a percepção de publicidade.

Cases práticos de sucesso em 2025: como as tendências já estão sendo aplicadas

Com o vídeo se tornando um elemento esperado na jornada de compra, em 2025, algumas marcas já começaram a traduzir essas tendências para dentro do e-commerce próprio, adaptando suas lojas para converter melhor a partir de conteúdo em vídeo.

A John John é um exemplo claro de como o vídeo pode assumir o papel de apoio à decisão de compra. Ao utilizar vídeos para mostrar detalhes das peças, acabamento e caimento, a marca respondeu diretamente à expectativa de consumidores que já chegam ao site habituados a consumir conteúdo visual antes de comprar. O vídeo passa a reduzir incertezas e a reforçar a proposta de valor dos produtos.

No caso da Mamô, o Video Commerce foi aplicado como uma solução para descoberta e exposição de portfólio. Com um mix amplo de produtos, os vídeos ajudaram a organizar a navegação, ampliar a visibilidade dos SKUs e conduzir o consumidor por meio de conteúdo, replicando, no e-commerce, a lógica de descoberta já presente nas plataformas sociais.

Esses dois casos mostram, na prática, a virada de chave para um 2026 promissor: e-commerces que desejam ter êxito precisam alinhar sua experiência às jornadas orientadas por vídeo que o consumidor já vivencia fora do site.

Em 2025, o Video Commerce se consolidou como parte essencial da jornada de compra, impulsionado por plataformas sociais, marketplaces e pela mudança clara no comportamento do consumidor. O vídeo passou a orientar descoberta, consideração e conversão, criando um novo padrão de expectativa.

Para 2026, o diferencial estará na capacidade das marcas de integrar conteúdo em vídeo à estratégia do e-commerce. Se sua operação ainda trata o vídeo como apoio e não como estratégia, este é o momento de evoluir.

Fale com um especialista da Widde e entenda como preparar seu e-commerce para converter mais com Video Commerce em 2026.

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Guia estratégico do Video Commerce: as tendências que vão permear em 2026

XX
09.01.2026
|
Atualizado:
09.01.2026

O ano de 2025 representou um marco definitivo para o Video Commerce no Brasil. O que até pouco tempo era tratado como tendência passou a ocupar um papel estratégico dentro das operações de grandes empresas brasileiras. O vídeo deixou de ser apenas um formato de comunicação para se consolidar como um canal relevante de descoberta, engajamento e conversão no e-commerce.

Impulsionado pela maturidade das plataformas sociais, pela chegada do TikTok Shop e por mudanças claras no comportamento do consumidor, o vídeo tornou-se parte do cotidiano dos brasileiros.

Nesse cenário, marcas que entenderam o potencial do vídeo conseguiram reduzir fricções na jornada de compra, aumentar taxa de conversão e construir narrativas mais próximas do consumidor. 2025 mostrou, de forma concreta, que o futuro do e-commerce é cada vez mais orientado por conteúdo, contexto e experiência, e o Video Commerce está no centro dessa transformação.

O avanço da TikTok Shop e o impacto no e-commerce

Em 2025, a TikTok Shop acelerou um movimento que já vinha ganhando força no mercado: a integração definitiva entre conteúdo em vídeo e compra. Ao incorporar vídeos curtos diretamente na experiência de consumo, a plataforma ajudou a consolidar um comportamento que hoje se estende para marketplaces e outros canais digitais.

Principais aprendizados que moldam 2026

  • Compras sem sair da experiência de conteúdo: O consumidor passou a esperar jornadas em que o vídeo não apenas apresenta o produto, mas conduz naturalmente até a compra;
  • Vídeo como padrão, não como exceção: Em 2026, e-commerces que não oferecem experiências orientadas por vídeo tendem a gerar fricção em uma jornada já moldada por plataformas sociais e marketplaces;
  • Expectativa de continuidade entre canais: O consumidor espera encontrar no e-commerce a mesma riqueza de conteúdo que já consome nas redes sociais, com vídeos que expliquem, inspirem e acelerem a decisão de compra.

Micro influenciadores: conexão, confiança e impacto real na conversão

Em 2025, os micro influenciadores se consolidaram como uma alavanca eficiente dentro das estratégias de Video Commerce. Com audiências menores, porém altamente conectadas, esses criadores passaram a ocupar um espaço estratégico entre marcas e consumidores, especialmente em categorias onde confiança e demonstração são decisivas para a compra.

O papel dos micro influenciadores em 2026

  • Conteúdo alinhado ao contexto do público: Criadores conhecem profundamente os hábitos, dúvidas e expectativas de seus seguidores, entregando recomendações mais próximas da realidade do consumidor;
  • UGC como parte da experiência de compra: Conteúdos criados por influenciadores deixam de viver apenas nas redes sociais e passam a compor páginas de produto, home e fluxos de descoberta no e-commerce;
  • Conexão direta com a audiência: A comunicação acontece de forma mais natural e conversacional, o que aumenta a credibilidade da recomendação e reduz a percepção de publicidade.

Cases práticos de sucesso em 2025: como as tendências já estão sendo aplicadas

Com o vídeo se tornando um elemento esperado na jornada de compra, em 2025, algumas marcas já começaram a traduzir essas tendências para dentro do e-commerce próprio, adaptando suas lojas para converter melhor a partir de conteúdo em vídeo.

A John John é um exemplo claro de como o vídeo pode assumir o papel de apoio à decisão de compra. Ao utilizar vídeos para mostrar detalhes das peças, acabamento e caimento, a marca respondeu diretamente à expectativa de consumidores que já chegam ao site habituados a consumir conteúdo visual antes de comprar. O vídeo passa a reduzir incertezas e a reforçar a proposta de valor dos produtos.

No caso da Mamô, o Video Commerce foi aplicado como uma solução para descoberta e exposição de portfólio. Com um mix amplo de produtos, os vídeos ajudaram a organizar a navegação, ampliar a visibilidade dos SKUs e conduzir o consumidor por meio de conteúdo, replicando, no e-commerce, a lógica de descoberta já presente nas plataformas sociais.

Esses dois casos mostram, na prática, a virada de chave para um 2026 promissor: e-commerces que desejam ter êxito precisam alinhar sua experiência às jornadas orientadas por vídeo que o consumidor já vivencia fora do site.

Em 2025, o Video Commerce se consolidou como parte essencial da jornada de compra, impulsionado por plataformas sociais, marketplaces e pela mudança clara no comportamento do consumidor. O vídeo passou a orientar descoberta, consideração e conversão, criando um novo padrão de expectativa.

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