
O provador virtual já está no ar em lojas brasileiras de moda e acessórios, e não como teste escondido: Charth, Iorane e Technos colocam o botão na página de produto, ao alcance de qualquer cliente. Cada uma resolveu a mesma dúvida ("como fica em mim?") de um jeito, e cada jeito ensina alguma coisa a quem está decidindo implementar. Este post mostra o que cada loja faz, o que ela mede e o que vale copiar.
Se você ainda está entendendo o conceito, o ponto de partida é o guia o que é Provador Virtual com IA. Aqui o assunto é a prática.
Por que o cliente procura provador virtual pelo nome da loja
Boa parte das buscas por provador virtual no Google vem acompanhada do nome de uma marca. O cliente não está pesquisando a tecnologia: ele já está na loja, gostou de uma peça, e quer saber se dá para se ver com ela antes de pagar.
Isso diz duas coisas para quem cuida do e-commerce. A primeira é que o cliente já espera o recurso, ou pelo menos já ouviu falar dele. A segunda é que a dúvida que o provador responde aparece no meio da compra, na página de produto. É lá que todas as lojas abaixo colocaram o botão.
Charth: a devolução como métrica principal
A Charth, marca de moda feminina contemporânea, usa o Provador IA da Widde nas páginas de produto, com o botão Como fica em mim?. O cliente envia uma foto e se vê usando a peça antes de decidir.
O número que a marca acompanha não é o de conversão. Segundo o Bernardo, Gerente de E-commerce da Charth na época, o Provador IA diminuiu em 5% a taxa de devolução.
O que aprender: decida antes da implementação qual número vai provar que funcionou. Em moda, a devolução por "não ficou como eu esperava" é custo de frete reverso, de estoque parado e de cliente frustrado. Se essa é a dor da sua loja, é ela que você mede, e não só o clique no botão. O post sobre provador virtual e redução de devoluções detalha como montar essa comparação.
Iorane: provador e vídeo na mesma página de produto
Na Iorane, o botão Como fica em mim? aparece acima do botão de compra, e a loja também usa o Video Commerce da Widde, com vídeo rodando no site enquanto o cliente navega.
As duas coisas respondem dúvidas diferentes. O vídeo mostra o tecido em movimento, o caimento numa modelo, o detalhe que a foto parada não pega. O provador mostra a peça no corpo do próprio cliente. Uma não substitui a outra: quem viu o vídeo e ainda não tem certeza ganha um segundo argumento sem sair da página.
O que aprender: o provador funciona melhor como parte de uma página de produto que já trabalha para reduzir incerteza, e não como recurso isolado. Se a sua página ainda depende só de foto, vale ler Video Commerce vs foto de produto antes de decidir por onde começar.
Technos: provador virtual fora da moda
A Technos vende relógios, e também usa o Provador IA da Widde. Na página de produto, o botão Como fica em mim? leva o cliente do envio de uma foto ao resultado com o relógio escolhido.
A dúvida aqui não é tamanho de roupa. É proporção: o mostrador vai parecer grande demais no meu pulso? A pulseira prateada combina comigo? São perguntas que a foto do produto em fundo branco não responde, e que a tabela de medidas em milímetros responde mal.
O que aprender: provador virtual não é só para vestuário. Qualquer categoria em que o cliente precisa imaginar o produto no próprio corpo, como relógios, acessórios e calçados, tem a mesma incerteza de fundo.
O que essas lojas têm em comum
Olhando as quatro lado a lado, os padrões se repetem:
- O botão fica na página de produto, perto da decisão. Ao lado do guia de tamanhos ou acima do botão de compra, nunca num menu ou numa página separada.
- O texto do botão é a pergunta do cliente. "Como fica em mim?" e "Experimente o produto" dizem o que acontece ao clicar, sem jargão técnico.
- A foto vem com instrução. Dizer que tipo de foto funciona reduz resultado ruim e desistência no meio do caminho.
- Privacidade é dita, não presumida. Enviar foto do próprio corpo é uma decisão que o cliente pensa duas vezes.
- Existe uma métrica escolhida. Devolução na Charth, conversão de quem usa contra quem não usa. Sem isso, o provador vira enfeite que ninguém sabe se paga a conta.
Como levar isso para a sua loja
O Provador IA da Widde é o que roda na Charth, na Iorane e na Technos. Ele funciona em qualquer plataforma de e-commerce, se ancora no botão de compra da página de produto e abre por cima da página, sem tirar o cliente dela. O passo a passo de instalação, posição do botão e categorias está em requisitos técnicos do Provador IA.
Antes de ativar, três decisões encurtam o caminho:
- Escolha as categorias em que a dúvida de caimento ou proporção mais gera devolução ou abandono. Comece por elas.
- Defina o número que vai provar o resultado: devolução, conversão de quem usa contra quem não usa, ou os dois.
- Teste a posição do botão no celular, e não só no desktop: o layout muda e o botão pode ficar cortado. O post sobre provador virtual no mobile traz o roteiro.
Se a sua loja tem uma categoria em que o cliente pergunta "como fica em mim?" antes de comprar, comece com a Widde por ela. É a página de produto que já tem a dúvida que o provador responde.
Quer esses resultados na sua loja?
Milhares de e-commerces brasileiros já vendem mais com Video Commerce, Live Commerce e Provador IA.
Falar com vendas