
Gabriela Versiani construiu quase 7 milhões de seguidores antes de lançar produto próprio. Em 2022 fundou a Versiani Swim; em 2025, a Versiani Skin, marca de beleza em parceria com a Rennova. Nas duas vezes, produto colado a uma audiência que já existia. Mas alcance nunca foi o desafio da Versiani Skin: o gargalo estava em converter, dentro do próprio site, a atenção que a Gabriela já sabia gerar.
O gargalo: ter audiência não bastava para converter
Fora do site, a disputa é por atenção. Dentro dele, é por certeza, e entre as duas existe um buraco: a marca investe em influência, consegue atenção, e o tráfego se perde no caminho até a compra. Em beleza esse buraco é maior, porque a decisão de compra é visual e sensorial (cor, textura, resultado na pele), e quem compra online não testa nada antes. A barreira não é o preço, é a incerteza, o que faz dessa categoria o território em que a audiência da Gabriela podia render mais do que alcance.
Os dois motores da influência da Gabriela Versiani
A Versiani Skin não contratou influenciadora: a fundadora é a própria influenciadora, e esse detalhe sustenta dois motores. O primeiro é a imagem da Gabriela, cada post dela já nasce como conteúdo de marca, com credibilidade máxima e custo zero de mídia. O segundo é a influência orgânica: a marca envia kit, mas postar é opcional, sem contrato, o que gera prova social autêntica e escalável. A ponte entre os dois motores e a conversão é que esse conteúdo orgânico não morre no feed. Ele é curado e reaproveitado como Video Commerce dentro do site, no momento em que o cliente decide a compra.
Video Commerce: o vendedor que nunca dorme
O Video Commerce da Widde leva os vídeos demonstrativos, com a Gabriela e outras influenciadoras, direto para as páginas de produto. Nos três primeiros meses de uso, esse conteúdo já respondia por 11,5% da receita, com 217,4% a mais de conversão e 169,6% a mais de retenção entre quem interagia com os vídeos. O resultado acompanha o portfólio de clientes de beleza da Widde, com ROI médio de 8 vezes, referência que vale para o ticket que a loja já tem. A lógica é a mesma dos creators nas redes, só que sem prazo de validade: o vídeo no site fica sempre disponível, sustentando no momento da compra a confiança que a influência já construiu lá fora.
Live Commerce: o pico de conversão dentro do site
Enquanto o Video Commerce sustenta a conversão no dia a dia, o Live Commerce concentra a audiência num evento só. A primeira live da Versiani Skin saiu direto da expedição do produto, sem estúdio, transmitida ao mesmo tempo para o site e para o Instagram da Gabriela, prova de que o formato é replicável por qualquer marca, não só por quem tem orçamento de estúdio.
O diferencial está em onde a live acontece: dentro do site, com carrinho ao vivo, produtos fixados e comentários, a pessoa compra sem sair do ambiente de compra. Numa live só no Instagram, ela precisaria sair da plataforma, e é nesse intervalo que o tráfego vaza. Os números confirmam o ganho: numa quarta-feira típica a conversão do site fica entre 1,7% e 1,9%; no dia da live chegou a 2,7% (50% a mais), somando entre 250 e 300 acessos simultâneos entre Instagram e site. O Instagram trouxe a audiência, o site converteu.
Um modelo replicável
O case da Versiani Skin mostra como três peças se encaixam: a influência enche o topo, o Video Commerce sustenta a confiança todos os dias, e o Live Commerce cria o pico de conversão, cada um alimentando o outro. Para replicar: ativar a influência que já existe, própria ou orgânica, com constância; levar esse conteúdo ao site como Video Commerce always-on; concentrar a atenção num evento de Live Commerce dentro do próprio site; e medir a conversão contra a própria baseline. No e-commerce a barreira quase nunca é o preço, é a incerteza, e resolvê-la no momento da decisão é o que transforma audiência em venda.
Quer esses resultados na sua loja?
Milhares de e-commerces brasileiros já vendem mais com Video Commerce, Live Commerce e Provador IA.
Falar com vendas